A internet pode ser considerada nos dias de hoje como a grande inovação do século passado, principalmente com a sociedade influenciada por ela. E sua maior parte de influência foi, sem dúvida, a comunicação de um modo geral; e de um modo específico, o “espaço público” de um povo.
Essa tecnologia de informação fez com que o espaço público de antes em períodos históricos remotos tornasse diferente. É como se a internet fosse se tornando um espaço de consciência, um novo espaço para se fazer cultura, criando uma nova subjetividade para ações velhas. O que antes era em praça pública, como na Idade Média, discussões de temas diversos como política e religião, como exemplos, passam a ser discutidos neste novo meio de comunicação: a internet.
Historicamente, a Revolução Industrial ocorrida há mais de 100 anos trouxe mudanças de modelos, desde as relações de emprego até as comerciais e os meios de produção. Assim, a eletrônica e conseqüentemente a internet surgem como avanços da Revolução Industrial. E esses novos paradigmas fazem com que o espaço público torne-se diferente. Faz com que a praça usada em outrora seja agora os chats, em exemplo.
Vale ressaltar também que a internet adquire dois caracteres: aparenta ser pública pois suas informações e discussões estão sempre presentes; por outro lado não é tão pública, visto que ela não é acessível ainda para grande maioria, e quanto menos pessoas têm acesso às informações, menos pública ela é.
Entretanto, essa desculpa já é ultrapassada. Temos como parâmetros os livros e os jornais, mesmo com certo número de analfabetos, nem por isso dizem que esses dois meios são democráticos. E isso não é novo, quando você ouve a seguinte frase: “mais informações procure o seguinte site, a seguinte bibliografia” você acaba excluindo quem não tem acesso à internet, que não pode comprar o livro.
A internet vai construindo um espaço de comunicação para as pessoas que se sentem sozinhas e numa sociedade globalizada você passa a existir nesse meio de comunicação. Você passa a existir em um fórum anônimo, onde se cria uma identidade que não é sua, um personagem virtual. Há quem diga, ainda, que a internet é um espaço de convívio absurdo, porque não se concretiza: não é verbal, oral. Principalmente os chats.
O que sem dúvida a gente não pode deixar de reconhecer é a sua grande capacidade comunicativa. Essa nova tecnologia de comunicação fez com que as pessoas se aproximassem e passassem a discutir mais. Apesar de ser um espaço virtual, às vezes você existe mais do que no mundo real: no imaginário não existe censura.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
EDUCAR PARA QUEM?
Em uma sala de aula percebemos os conteúdos que são transmitidos ao aluno de pouca utilidade, ultrapassados. São embasados em uma substância que não permite um conhecimento ao homem que se sinta afligido, por causa de um simples acúmulo de dados fragmentados, como se tornasse uma falsa enciclopédia.
Jayme Paviani, em Problemas de Filosofia da Educação, afirma que ensinar é um processo de investigação que a educação permite. Tanto o aluno como o professor deve problematizar o conhecimento adquirido na própria realidade e, se possível, interpretar esses conhecimentos através do mundo que nos cerca. Por que isso precisa acontecer? Porque é somente na experiência que o conhecimento teórico progride. É na problematização, pois disciplinas desarticuladas da sua conjuntura não têm condições de resolver os problemas entrelaçados a ela. E é aí exatamente que o mestre se insere.
O professor tem a oportunidade de dar uma atitude indagadora, e o conhecimento sistematizado é apenas um ponto de apoio. Jayme Paviani afirma ainda que cientistas e filósofos concordam que o crescimento progressivo do conhecimento é a essência de um conhecimento rico, ao menos na atualidade.
São novas posturas que de um professor devemos exigir. É necessária uma nova utilização de conhecimentos, devido ao modo de conceber a ciência na atualidade e o mundo contemporâneo. Para que só assim possamos resolver a queda do ensino, não discutindo apenas seus aspectos externos, mas procurando a sua raiz do problema ensino-aprendizagem.
Temos em vista um homem no mundo, não um homem abstrato. Podemos reconstruir um novo processo de investigação, formando o aluno visando o que é a produção científica mais profunda.
“O ensino pode se transformar
quarta-feira, 15 de abril de 2009
É POSSÍVEL FINGIR QUE SABE?
A ética, ou melhor, a sua falta, transita em todos os âmbitos da vida humana. Desde a falta de moralidade no convívio social, até atingir o meio acadêmico. Na academia a falta de ética se encontra no que podemos denominar de desonestidade intelectual.
Ser desonesto intelectualmente está se apresentando na atualidade como plágio, ou a famosa “cola”, tão comuns na época de escolas secundárias. Na universidade a cola se moderniza e ganha um nome mais simpático: plágio. Mas, no fundo é a mesma coisa, porque é um ato de roubo de idéias dos outros, às vezes consentidas ou não.
O plágio é prejudicial, sem dúvida; principalmente em longo prazo. Não conseguir formar as suas próprias idéias parece algo cômico que deve ser investigado a finco. Por que alguém não consegue ter as próprias idéias? Por que há o comodismo intelectual de não ir à busca do saber?
É acreditável que essas perguntam pairam na cabeça do docente ao constatar um aluno plagiando. Já que quando alguém cola, freqüentemente, há a preguiça e incompetência de realmente adquirir conhecimento. Como confiar em um profissional que não possui competência até mesmo para se obter aprendizado? Qual o aprendizado que pseudo-estudante irá utilizar mais tarde no exercício da sua profissão, se o mesmo nem o obteve? Absolutamente nenhum.
Não somente na área de saúde ou da engenharia se corre risco de morte. Um assassinato pode acontecer de diversas maneiras. Um jornalista pode “matar” alguém ao noticiar um fato inverídico dessa mesma pessoa, destrói a sua imagem, a sua reputação e a sua moral. O profissional de comunicação pode dizimar uma comunidade inteira em não lhe dar as informações corretas acerca de um fato, ocultando ou deturpando elementos de grande relevância.
Do mesmo modo, o professor poderá “adoecer” um aluno ao lhe transmitir preceitos errados. Um aprendizado errado resulta em uma doença transmissível aos demais da sua convivência: seus pais e familiares também são tocados quando o filho lhe conta o que aprendeu, chocando-os.
Disposição e perseverança. Essas palavras-chaves que devem nortear um estudante. Não há como aprender se alguém não o quer, não está disposto, não contém perseverança alguma para trilhar o caminho na busca da aprendizagem. Afinal, como fingir que sabe o que não se sabe? O que vai aplicar no dia-a-dia na profissão? A resposta é clara, não há saber para ser aplicado, porque ele nem foi buscado.
Ser desonesto intelectualmente está se apresentando na atualidade como plágio, ou a famosa “cola”, tão comuns na época de escolas secundárias. Na universidade a cola se moderniza e ganha um nome mais simpático: plágio. Mas, no fundo é a mesma coisa, porque é um ato de roubo de idéias dos outros, às vezes consentidas ou não.
O plágio é prejudicial, sem dúvida; principalmente em longo prazo. Não conseguir formar as suas próprias idéias parece algo cômico que deve ser investigado a finco. Por que alguém não consegue ter as próprias idéias? Por que há o comodismo intelectual de não ir à busca do saber?
É acreditável que essas perguntam pairam na cabeça do docente ao constatar um aluno plagiando. Já que quando alguém cola, freqüentemente, há a preguiça e incompetência de realmente adquirir conhecimento. Como confiar em um profissional que não possui competência até mesmo para se obter aprendizado? Qual o aprendizado que pseudo-estudante irá utilizar mais tarde no exercício da sua profissão, se o mesmo nem o obteve? Absolutamente nenhum.
Não somente na área de saúde ou da engenharia se corre risco de morte. Um assassinato pode acontecer de diversas maneiras. Um jornalista pode “matar” alguém ao noticiar um fato inverídico dessa mesma pessoa, destrói a sua imagem, a sua reputação e a sua moral. O profissional de comunicação pode dizimar uma comunidade inteira em não lhe dar as informações corretas acerca de um fato, ocultando ou deturpando elementos de grande relevância.
Do mesmo modo, o professor poderá “adoecer” um aluno ao lhe transmitir preceitos errados. Um aprendizado errado resulta em uma doença transmissível aos demais da sua convivência: seus pais e familiares também são tocados quando o filho lhe conta o que aprendeu, chocando-os.
Disposição e perseverança. Essas palavras-chaves que devem nortear um estudante. Não há como aprender se alguém não o quer, não está disposto, não contém perseverança alguma para trilhar o caminho na busca da aprendizagem. Afinal, como fingir que sabe o que não se sabe? O que vai aplicar no dia-a-dia na profissão? A resposta é clara, não há saber para ser aplicado, porque ele nem foi buscado.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
QUASE
QUASE
Luís Fernando Veríssimo
Ainda pior que a convicção do não, a incerteza do talvez
é a desilusão de um "quase".
É o quase que me incomoda, que me entristece, que
me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga,
quem quase passou ainda estuda,
quem quase morreu está vivo,
quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos,
nas chances que se perdem por medo,
nas idéias que nunca sairão do papel
por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna;
ou melhor, não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor,
está estampada na distância e frieza dos sorrisos,
na frouxidão dos abraços,
na indiferença dos "bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir
entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo,
o mar não teria ondas, os dias seriam nublados
e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige, nem acalma,
apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas,
nem que todas as estrelas estejam ao alcance,
para as coisas que não podem ser mudadas
resta-nos somente paciência,
porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória
é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance;
pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio
ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando,
fazendo que planejando, vivendo que esperando
porque, embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já morreu!!
Luís Fernando Veríssimo
Ainda pior que a convicção do não, a incerteza do talvez
é a desilusão de um "quase".
É o quase que me incomoda, que me entristece, que
me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga,
quem quase passou ainda estuda,
quem quase morreu está vivo,
quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos,
nas chances que se perdem por medo,
nas idéias que nunca sairão do papel
por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna;
ou melhor, não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor,
está estampada na distância e frieza dos sorrisos,
na frouxidão dos abraços,
na indiferença dos "bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir
entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo,
o mar não teria ondas, os dias seriam nublados
e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige, nem acalma,
apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas,
nem que todas as estrelas estejam ao alcance,
para as coisas que não podem ser mudadas
resta-nos somente paciência,
porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória
é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance;
pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio
ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando,
fazendo que planejando, vivendo que esperando
porque, embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já morreu!!
terça-feira, 7 de abril de 2009
VOCÊ SABIA...
Você Sabia
Composição: Victor e Léo
Foi um sentimento que aos poucos tomou conta sem deixar espaço
Fiquei completamente louco, completamente apaixonado
Aos olhos de quem está de fora, parece coisa de novela
Daí o sentimento aflora, magia que ninguém espera
Tudo aconteceu no sonho, ninguém como você sabia
Que dentro do meu peito estava um coração que amava e por você sorria
Até que você foi embora, deixou de vez o meu caminho
Quem sorria, agora chora.
Dessa nossa história vou lembrar sozinho...
Você sabia que mesmo me deixando, eu iria
Ficar te esperando todo dia
Fugindo de mim mesmo pra tentar te esquecer
Mas, muito mais, eu lembraria...
Sabia, que mesmo me deixando, eu iria
Ficar te esperando todo dia
Fugindo de mim mesmo pra tentar te esquecer
Mas, muito mais, eu lembraria... sozinho
Composição: Victor e Léo
Foi um sentimento que aos poucos tomou conta sem deixar espaço
Fiquei completamente louco, completamente apaixonado
Aos olhos de quem está de fora, parece coisa de novela
Daí o sentimento aflora, magia que ninguém espera
Tudo aconteceu no sonho, ninguém como você sabia
Que dentro do meu peito estava um coração que amava e por você sorria
Até que você foi embora, deixou de vez o meu caminho
Quem sorria, agora chora.
Dessa nossa história vou lembrar sozinho...
Você sabia que mesmo me deixando, eu iria
Ficar te esperando todo dia
Fugindo de mim mesmo pra tentar te esquecer
Mas, muito mais, eu lembraria...
Sabia, que mesmo me deixando, eu iria
Ficar te esperando todo dia
Fugindo de mim mesmo pra tentar te esquecer
Mas, muito mais, eu lembraria... sozinho
segunda-feira, 6 de abril de 2009
EXISTEM DUAS DORES DE AMOR...
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
A dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida...
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a 'dor-de-cotovelo' propriamente dita.
É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra.
A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente...
E só então a gente poderá amar de novo!
A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
A dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida...
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a 'dor-de-cotovelo' propriamente dita.
É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra.
A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente...
E só então a gente poderá amar de novo!
domingo, 5 de abril de 2009
Meu universo é você!
Meu universo é você - Roupa Nova
Eu queria ser mais que um amigo
Mas por que não me entende?
Quando fica deprimida, choro com você
E me conta suas aventuras, os seus casos antigos
Eu fico calado, finjo que não ligo, pra não te perder
Se me olhar no rosto vai ver
As tristes marcas do sorriso
Baby, mais que a luz das estrelas
Meu universo é você
Baby, ah!!!
Se eu puder ter a chance, ah!!!
Eu juro todo seu amor merecer
Tenho medo que talvez descubra
Ou simplesmente me corte
Ou quem sabe a sorte, um sonho, traz você pra mim
Eu sei tudo sobre seu passado
E dos passos errados
Um amor maior é o meu presente, futuro é com você
Se me olhar no olhos vai ver
Falar é pouco
Pra quem quer mais...
Eu queria ser mais que um amigo
Mas por que não me entende?
Quando fica deprimida, choro com você
E me conta suas aventuras, os seus casos antigos
Eu fico calado, finjo que não ligo, pra não te perder
Se me olhar no rosto vai ver
As tristes marcas do sorriso
Baby, mais que a luz das estrelas
Meu universo é você
Baby, ah!!!
Se eu puder ter a chance, ah!!!
Eu juro todo seu amor merecer
Tenho medo que talvez descubra
Ou simplesmente me corte
Ou quem sabe a sorte, um sonho, traz você pra mim
Eu sei tudo sobre seu passado
E dos passos errados
Um amor maior é o meu presente, futuro é com você
Se me olhar no olhos vai ver
Falar é pouco
Pra quem quer mais...
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